O link de pagamento sai pelo WhatsApp, o passageiro paga, a reserva quita, o voucher vai e o recibo fica pronto. O dinheiro cai na conta da agência: não passa por nós, e não tiramos comissão dele. No fim da viagem, a conta já está feita.
Seu Antônio fechou dois lugares para as Termas. Você clica em "Cobrar", o link sai no WhatsApp dele e você volta a atender o balcão.
Ele abre no celular, copia o código, paga no aplicativo do banco. A reserva quita sozinha, o voucher sai e o "recebemos" chega para ele. Ninguém fica olhando comprovante de tela.
Dona Ivone quer pagar as Cidades históricas em três vezes. Você escolhe três, e o que ela ainda deve vira três cobranças com vencimento mensal.
A primeira vai na hora. As outras saem sozinhas sete dias antes de vencer, cada uma com o seu link. Na linha da reserva você lê "parcelas: 1 de 3 pagas" e pronto, é isso que você precisava saber.
Quitou, o voucher vai sozinho pelo WhatsApp: nome, viagem, ponto e hora de embarque, assento, quarto e um código com QR.
O recibo fica pronto do lado, com a logo da agência na faixa e o carimbo PAGO quando não falta mais nada. Cabe numa folha e vira PDF pelo próprio navegador, sem instalar programa.
Onze. O sistema responde isso antes de a viagem sair, porque sabe separar o custo que multiplica por pessoa (hotel, refeição, seguro) daquele que existe com um ou com quarenta (veículo, combustível, pedágio, guia).
Cada custo nasce previsto. Depois da volta você confere um a um, e o valor real entra no lugar. A tabela mostra onde saiu mais caro. O que você escrever em "o que aprendemos com esta viagem" fica guardado para a próxima.
Aluguel, contador, internet, a revisão do veículo: isso é conta do mês da agência, não é custo da Serra. No livro da viagem elas entram como uma linha só, "parte das contas fixas do mês", à vista de todo mundo.
Assim você lê os dois números sem confundir: o que a viagem deu em si, e o que ela deu depois de ajudar a pagar a empresa. E no fluxo de caixa vê o que entrou e o que saiu, dia a dia, com o saldo separado por forma de pagamento. Custo previsto não aparece ali: ainda não saiu do bolso de ninguém.
Cada reserva guarda quem vendeu. A comissão só conta quando a reserva quita, e no mês em que quitou: promessa de venda não vira comissão, e ninguém precisa depois destrinchar o que foi pago e o que não foi.
O cupom da loja carrega o vendedor junto, então venda de indicação não se perde. E quem já viajou volta com desconto: o clube devolve uma parte da margem da própria viagem. Quem escreve "quantos pontos eu tenho?" recebe o saldo em pontos e em reais. No balcão, a conversa é em reais: "você tem 50 reais de desconto por já ter viajado com a gente".
Melhor você saber agora do que descobrir no mês que vem.
Não está sendo feito e não vamos dizer que está. Se a sua agência cobra muito por boleto, esta parte do sistema ainda não serve para você.
Hoje o link de pagamento é Pix. O cartão parcelado, pela mesma conta do Mercado Pago da agência, está sendo ligado. Enquanto não fica pronto, quem quer dividir divide pelo Pix, uma cobrança por mês.
Ler o extrato já existe: você baixa o arquivo no site do seu banco e sobe aqui. O que não existe é o sistema buscar isso sozinho. Ele não pede a sua senha do banco, não fala com banco nenhum e não guarda o arquivo que você subiu.
Não somos banco nem maquininha e não ficamos com porcentagem de venda nenhuma. A conta do Mercado Pago é da agência e a tarifa de cada Pix é cobrada por eles, direto, como sempre foi.
Cada página conta uma parte do dia da agência. Leia a que interessa agora e deixe o resto para depois.
Deixe o seu WhatsApp. A gente monta uma viagem sua aqui dentro e mostra a conta dela fechando, com os seus números. Depois você testa 14 dias sem pagar nada e sem cartão.