De um lado, quem trabalha na agência lança gasto e recebimento escrevendo ou falando, do jeito que já fala. Do outro, o passageiro pergunta que horas sai e recebe a resposta com o ponto e o assento dele. O que ninguém consegue responder vira uma mensagem esperando na tela da equipe.
Seu Osmar passa o pedágio e manda um áudio de sete segundos. O áudio vira texto, o custo entra na conta da Serra, e a resposta volta começando com "Ouvi:" e o que ele disse, para ele conferir sem ter de abrir nada.
Errou o valor? "desfaz" apaga o último lançamento dele, por 24 horas. Mandou a foto da nota logo depois? Ela fica guardada junto daquele gasto, sem virar foto solta na galeria de ninguém.
Seu Osmar lança gasto e ocorrência da estrada. Se ele escrever "recebi 300 da dona Neide", nada é registrado: a resposta diz o que não foi feito e que quem recebe pagamento é a Célia, do financeiro, pelo nome.
O telefone precisa estar na ficha de alguém da equipe. Número de fora não lança nada. Ele pergunta e é atendido como passageiro, que é o outro lado desta página.
Dona Ivone escreve às dez da noite: "que horas sai?". A resposta sai na hora com o ponto de embarque dela, o horário e o assento dela. Não é o horário geral da viagem colado numa mensagem: é a linha do cadastro da dona Ivone.
"Quanto falta pagar?" devolve as parcelas em aberto com o link do Pix. "Quero ir na Serra" vira um pedido em Excursões, igual ao da loja: a agência aceita e cobra. Se a viagem estiver lotada, o sistema oferece a lista de espera em vez de dizer não.
"Posso levar o meu neto de 8 anos?" Nenhuma regra responde isso. A mensagem aparece em Conversa → Clientes com o relógio correndo, e quem estiver no balcão responde dali mesmo, pelo número da agência.
Passadas duas horas, a espera vira urgente e sobe para o Início e para o sino. "Ok" e "obrigada" não chamam ninguém: o sistema sabe que aquilo não é pergunta.
O aviso de saída sai na véspera, às 18h, com o ponto, a hora, o assento e o link do voucher. O de aniversário sai às 9h. A pesquisa sai no dia seguinte à volta, com uma pergunta só: que nota você dá para a viagem, de 1 a 5? E todo dia 1, quem aceita divulgação recebe a lista das viagens do mês.
O texto é seu. Em Empresa → WhatsApp, cada aviso tem dois textos para editar, o que está entre chaves, como {nome}, {valor}, {hora} e {assento}, é trocado pelos dados de cada pessoa na hora de sair. Ninguém do Meu Pensamento escreve no lugar da agência.
A Meta só deixa o número da agência mandar texto escrito na hora para quem escreveu nas últimas 24 horas. Dona Ivone perguntou hoje de manhã? Até amanhã de manhã você responde o que quiser, de graça, e o sistema fecha a conta dez minutos antes para não errar por pouco.
Fora dessa janela só chega modelo: um texto que a Meta aprovou antes, preenchido com os dados da pessoa. Essa mensagem a Meta cobra da conta da agência, não da nossa. Por isso a divulgação fora das 24 horas vem desligada: quem liga é você, sabendo que ali tem custo.
São regras que a gente escreveu, uma por uma, olhando o que o passageiro pergunta no balcão. Por isso o sistema não inventa horário nem valor: ou ele tem a resposta no cadastro, ou ele pergunta, ou ele chama a equipe. A única parte com inteligência artificial é a que transforma o áudio da equipe em texto, e o texto volta escrito para você conferir.
Cada página conta uma parte do dia da agência. Leia a que interessa agora e deixe o resto para depois.
Deixe o seu WhatsApp. A gente mostra a conversa funcionando com a sua próxima viagem dentro, e você testa 14 dias sem pagar nada.