Meu Pensamento
Estrada

O dia da viagem, resolvido no celular.

A viagem entra em "Na estrada" pela data, sem ninguém marcar nada. O embarque é um toque por pessoa. O pedágio vira custo antes de a viagem voltar. E o "Encerrar viagem" fecha a conta de uma vez só.

Na estrada

Ninguém precisa avisar que a viagem saiu.

Serra, saída dia 8, volta dia 10. Na manhã do dia 8 a excursão já aparece como "Na estrada" no Início, num cartão só dela. Quem fez isso foi a data. Não existe botão de começar viagem.

No alto da excursão fica o painel que a agência olha o dia inteiro: em que dia da viagem você está, quantos embarcaram, quanto entrou, quanto já saiu, o gasto do caminho, o resultado parcial e quantas ocorrências estão abertas.

  • Passou a data da volta e ninguém encerrou? A viagem fica marcada como "Voltou, falta encerrar" e não some da tela
  • Do mesmo painel saem os dois botões do dia: "Lançar gasto" e "Modo viagem"
  • O resultado parcial é o de agora, não o do fim: ele muda de manhã para a tarde conforme as notas chegam
  • Duas viagens na estrada no mesmo dia viram dois cartões, cada uma com a sua conta
Lista de embarque

Um toque para quem subiu. Outro para quem não veio.

5h20, na rodoviária. Seu Arlindo abre a lista no celular e vai tocando nome por nome: dona Neide, a bordo; seu Antônio, a bordo. Dona Ivone não apareceu, e o botão "Não veio" está ali do lado do nome dela.

A lista não foi digitada por ninguém. Ela sai das reservas: cada pessoa já tem o ponto, o horário e o veículo em que vai subir, e o sistema junta por ponto, na ordem dos horários.

  • "Não veio" deixa a etiqueta vermelha e o resumo passa a dizer "1 não veio". Ela chegou correndo? "Embarcou" limpa
  • Os pontos ficam cadastrados com nome, referência, horário e veículo de costume, e a ordem em que são atendidos
  • "Preencher horários de costume" completa quem tem ponto mas ficou sem hora
  • Antes da saída, o sistema avisa quem está sem ponto, sem horário ou sem assento
  • Prefere papel? A lista por ponto imprime em letra grande, preto no branco, com caixinha para marcar a caneta
Gasto do caminho

A nota do pedágio não espera a volta.

R$ 280 na praça de pedágio. Seu Arlindo escreve no WhatsApp da agência: "gastei 280 de pedágio". Na mesma hora aquilo vira custo desta viagem, na categoria certa, e a resposta já volta com os custos até agora e o resultado parcial.

A foto da nota, mandada em seguida, fica presa naquele gasto. Acabou o envelope com oito notas de pedágio e um almoço de R$ 96 que ninguém sabia de quem era.

  • Pelo WhatsApp não precisa dizer qual viagem: enquanto uma excursão está na estrada, o gasto vai para ela
  • O mesmo gasto entra pelo painel, em "Lançar gasto", ou pelo modo viagem, na ocorrência com valor
  • Errou o valor? "desfaz" cancela o último lançamento da própria pessoa, por 24 horas
  • Só telefone cadastrado na equipe lança. Número de fora é tratado como passageiro, e recebe resposta de passageiro
  • Conta da agência não se mistura: aluguel, contador e internet vão para as despesas da empresa, não para a viagem
Modo viagem

No celular, a tela é uma coluna só.

Quem abre o sistema pelo celular cai direto aqui. Em cima, três botões: Embarque, Ocorrência e A viagem. Embaixo, um assunto por vez, em letra grande, com alvo de toque que a mão acerta dentro do veículo andando.

Na primeira vez o modo viagem oferece "Instalar". Aceitou, ele vira um ícone na tela do celular e abre em tela cheia, sem barra de navegador. Quem instala é o próprio navegador: não tem aplicativo em loja para procurar.

  • A barra de quem já está a bordo enche conforme os toques, e "Faltam 3" fica escrito embaixo
  • "A viagem" mostra a conferência de prontidão que o sistema faz sozinho: veículo definido, todo mundo com assento, embarques com horário, checklist em dia
  • Num trecho sem sinal, a tela abre com o que carregou por último. O toque, esse espera a internet voltar
  • É a tela do motorista e do guia, e é a mesma que o dono abre na fila do embarque
Ocorrência e permissão

O que deu errado fica escrito, com nome e hora.

O hotel trocou o quarto da dona Neide. Célia Ramos, que está como guia, registra em três campos: o tipo, o que aconteceu e se gastou alguma coisa. Sem valor, fica só o registro. Com valor, o custo da viagem já sobe.

Seis meses depois, quando alguém perguntar por que aquele hotel saiu da lista, a resposta está no fechamento daquela viagem, escrita no dia em que aconteceu.

  • Tipo, urgência, responsável, ação tomada e "acompanhar depois". A foto do comprovante fica junto
  • Pela conversa também vale: "ocorrência: saímos 40 minutos atrasados"
  • Com duas viagens na estrada, o sistema pergunta de qual é antes de gravar
  • O papel "Motorista e guia" tem só a permissão da estrada: ocorrência, gasto do caminho e embarque
  • Ele vê os números da viagem em que está, e não vê as contas da agência. Esconder dele o número da própria viagem é coisa que ainda não fizemos
Fechamento

"Encerrar viagem" e a conta para de mexer.

Na volta, o botão mostra o que entrou, o que saiu, quantos custos ainda estão com valor só previsto e o lucro contra o que você tinha planejado. Depois pede confirmação. Confirmou, a viagem fica concluída, o resultado congela e os pontos do clube entram para quem viajou.

A Serra, que no segundo dia marcava R$ 10.800 de resultado parcial, fechou em R$ 10.072 quando as últimas notas entraram. É esse número que o mês inteiro passa a usar, e ele não muda mais sozinho.

  • O relatório de fechamento sai numa folha, para imprimir ou salvar em PDF
  • Na folha: resumo em cima e, embaixo, custo por custo, gasto do caminho, o que foi pago a cada fornecedor, os passageiros com embarque e pagamento, as ocorrências e o que a equipe aprendeu
  • No dia seguinte à volta sai a pesquisa pelo WhatsApp: uma pergunta, nota de 1 a 5, comentário se a pessoa quiser
  • Quem não responde por mensagem avalia por um link, ou pelo cartão com QR que a agência imprime e deixa no veículo
  • A média, quem deu 5 e quem deu 2 aparecem no fechamento daquela viagem, com os comentários escritos
Para não haver susto

O que a Estrada não faz.

É melhor você saber agora do que descobrir na porta do veículo, às cinco da manhã.

Não tem aplicativo em loja.

O modo viagem é instalado pelo próprio navegador do celular, num toque em "Instalar". Procurar "Meu Pensamento" na loja de aplicativos não vai achar nada.

Sem sinal, a tela abre; o toque espera.

Fora de cobertura, o celular mostra o que carregou da última vez. Marcar embarque e lançar gasto só entram quando a internet volta: nada fica guardado no aparelho para ser mandado depois.

Não sabe onde o veículo está.

Não tem rastreador, mapa do trajeto nem aviso automático de "estamos chegando". Quem conta onde a viagem está é a equipe, escrevendo.

Áudio só vira texto se a agência ligar.

O gasto pode ser mandado falando, mas a transcrição de áudio precisa estar ligada na conta da agência. Sem ela, mande por escrito, que dá no mesmo.

Veja também

O que acontece antes e depois da estrada.

A lista de embarque vem das reservas. O gasto do caminho cai na conta da viagem. E boa parte disso a equipe faz pelo WhatsApp, sem abrir o painel.

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