A viagem entra em "Na estrada" pela data, sem ninguém marcar nada. O embarque é um toque por pessoa. O pedágio vira custo antes de a viagem voltar. E o "Encerrar viagem" fecha a conta de uma vez só.
Serra, saída dia 8, volta dia 10. Na manhã do dia 8 a excursão já aparece como "Na estrada" no Início, num cartão só dela. Quem fez isso foi a data. Não existe botão de começar viagem.
No alto da excursão fica o painel que a agência olha o dia inteiro: em que dia da viagem você está, quantos embarcaram, quanto entrou, quanto já saiu, o gasto do caminho, o resultado parcial e quantas ocorrências estão abertas.
5h20, na rodoviária. Seu Arlindo abre a lista no celular e vai tocando nome por nome: dona Neide, a bordo; seu Antônio, a bordo. Dona Ivone não apareceu, e o botão "Não veio" está ali do lado do nome dela.
A lista não foi digitada por ninguém. Ela sai das reservas: cada pessoa já tem o ponto, o horário e o veículo em que vai subir, e o sistema junta por ponto, na ordem dos horários.
R$ 280 na praça de pedágio. Seu Arlindo escreve no WhatsApp da agência: "gastei 280 de pedágio". Na mesma hora aquilo vira custo desta viagem, na categoria certa, e a resposta já volta com os custos até agora e o resultado parcial.
A foto da nota, mandada em seguida, fica presa naquele gasto. Acabou o envelope com oito notas de pedágio e um almoço de R$ 96 que ninguém sabia de quem era.
Quem abre o sistema pelo celular cai direto aqui. Em cima, três botões: Embarque, Ocorrência e A viagem. Embaixo, um assunto por vez, em letra grande, com alvo de toque que a mão acerta dentro do veículo andando.
Na primeira vez o modo viagem oferece "Instalar". Aceitou, ele vira um ícone na tela do celular e abre em tela cheia, sem barra de navegador. Quem instala é o próprio navegador: não tem aplicativo em loja para procurar.
O hotel trocou o quarto da dona Neide. Célia Ramos, que está como guia, registra em três campos: o tipo, o que aconteceu e se gastou alguma coisa. Sem valor, fica só o registro. Com valor, o custo da viagem já sobe.
Seis meses depois, quando alguém perguntar por que aquele hotel saiu da lista, a resposta está no fechamento daquela viagem, escrita no dia em que aconteceu.
Na volta, o botão mostra o que entrou, o que saiu, quantos custos ainda estão com valor só previsto e o lucro contra o que você tinha planejado. Depois pede confirmação. Confirmou, a viagem fica concluída, o resultado congela e os pontos do clube entram para quem viajou.
A Serra, que no segundo dia marcava R$ 10.800 de resultado parcial, fechou em R$ 10.072 quando as últimas notas entraram. É esse número que o mês inteiro passa a usar, e ele não muda mais sozinho.
É melhor você saber agora do que descobrir na porta do veículo, às cinco da manhã.
O modo viagem é instalado pelo próprio navegador do celular, num toque em "Instalar". Procurar "Meu Pensamento" na loja de aplicativos não vai achar nada.
Fora de cobertura, o celular mostra o que carregou da última vez. Marcar embarque e lançar gasto só entram quando a internet volta: nada fica guardado no aparelho para ser mandado depois.
Não tem rastreador, mapa do trajeto nem aviso automático de "estamos chegando". Quem conta onde a viagem está é a equipe, escrevendo.
O gasto pode ser mandado falando, mas a transcrição de áudio precisa estar ligada na conta da agência. Sem ela, mande por escrito, que dá no mesmo.
A lista de embarque vem das reservas. O gasto do caminho cai na conta da viagem. E boa parte disso a equipe faz pelo WhatsApp, sem abrir o painel.
Deixe o seu WhatsApp. A gente mostra o sistema com a sua próxima viagem dentro, e você testa 14 dias sem pagar nada.