O mapa é o desenho do veículo que a sua agência tem: ônibus de um ou de dois andares, micro-ônibus, van. Você clica no lugar, põe a pessoa e a reserva nasce com o valor certo. Quem chegou pelo balcão, pela loja ou pelo WhatsApp entra no mesmo mapa.
Seu Osmar cadastrou a frota numa tarde. Escolheu o modelo, olhou a prévia e salvou: o ônibus de dois andares ficou com 36 lugares em cima e 12 embaixo, e a van com 15 passageiros, dois deles ao lado do motorista.
Dentro da viagem, cada lugar tem uma cor. Você clica para pôr alguém, tirar, trocar de lugar, bloquear o lugar que o motorista pediu para não vender ou guardar um para a equipe. O guia entra como cortesia: ocupa o lugar, aparece no embarque e vale zero na conta da viagem.
Ela viaja com a agência há seis anos e sempre pede o 12, do lado da janela. Na hora de reservar, "Sugerir lugar" traz o 12 se ele estiver livre, sem ninguém precisar lembrar.
Depois vem o resto da regra, nesta ordem: quem viaja junto fica lado a lado, quem precisa de cuidado vai para a frente e o que sobra pega o primeiro lugar livre. Se duas pessoas que viajam juntas acabarem separadas, a tela avisa antes de você fechar.
Dona Neide desistiu da Serra na véspera. O 12 volta a ficar livre e, na mesma hora, a Helena, primeira da fila, recebe no WhatsApp que abriu vaga.
Ela tem 24 horas para responder SIM. Respondeu, o lugar é dela e a reserva nasce ali mesmo. Não respondeu, o aviso vence e o próximo da fila é chamado, de hora em hora, sem ninguém abrir a tela para isso.
A agência tem um endereço próprio na internet com as viagens abertas: nome, datas, o texto que o público lê, preço e quantos lugares faltam. O neto da dona Ivone abre no celular dela, toca em "Quero ir" e preenche quatro campos: nome, WhatsApp, quantas pessoas e uma observação.
O pedido cai no painel na hora e toca o sino. A equipe aceita e aí nasce o passageiro, quando o telefone ainda não é de alguém cadastrado, e a reserva sem pagamento, com o link do Pix a um clique. Ou recusa, e ninguém fica com reserva fantasma.
Viagem que costuma lotar rápido pode ter uma chave ligada: aí o "Quero ir" já separa o lugar e pede um sinal, por Pix ou cartão, com prazo em horas. Sem pagamento no prazo, o lugar volta sozinho e quem está na lista de espera é chamado. A chave é por viagem e nasce desligada.
No fim do mês, seu Osmar quer saber se vale continuar pagando a divulgação. A resposta está na linha de cada reserva: "via balcão", "via loja online", "via WhatsApp". O gráfico junta tudo, viagem por viagem.
O cupom carrega o nome de quem vendeu. Aceito o pedido, o desconto entra na reserva com motivo e quem autorizou, o uso é contado e a venda fica com a vendedora. Quando a reserva é paga por inteiro, a comissão dela entra no mês em que isso aconteceu.
O cadastro da agência mora num arquivo do Excel com 800 linhas, três colunas de telefone e gente que já se repetiu. Você salva esse arquivo no formato de texto separado por vírgula, escolhe na tela e vê, linha por linha, o que o sistema vai fazer antes de gravar qualquer coisa.
Quem já está cadastrado aparece como "já existe", pelo telefone ou pelo nome, e não vira gente repetida. Linha sem nome é pulada. Telefone e data saem no mesmo padrão. Se uma coluna foi parar no lugar errado, você troca ali na tela e importa depois.
São as dúvidas que aparecem na primeira conversa, quase sempre nesta ordem.
Não. Você escolhe um modelo pronto, olha a prévia e salva. Se a plaqueta do seu veículo não bate com o modelo, os ajustes ficam guardados logo abaixo: quantas fileiras, quantos lugares de cada lado, como é o fundo, se a numeração vai por fileira ou por ímpar e par, e, no de dois andares, em qual andar começa o número 1.
Não. Ele chega no painel como pedido e alguém da equipe aceita ou recusa. Ao aceitar é que nasce o passageiro, quando o telefone ainda não é de alguém cadastrado, e a reserva sem pagamento. Ninguém entra no seu veículo sem uma pessoa da agência ter dito que sim.
Dá, na hora: aparece um "Desfazer" embaixo da tela por 30 segundos. Passou disso, é clicar no lugar e trocar de novo. O lugar antigo volta se ninguém tiver ocupado nesse meio tempo.
Quem liga depois de lotar entra na lista de espera, pelo balcão ou pela loja. Se alguém cancelar, o primeiro da fila é chamado no WhatsApp e tem 24 horas para responder SIM. Sem resposta, o aviso vence e o próximo é chamado.
Podem, cada uma no seu computador, e as duas veem o mesmo mapa. Cada lugar tem um dono só: para pôr outra pessoa ali, é preciso antes tirar quem está. E cada reserva guarda quem vendeu, então não sobra dúvida na hora de fechar a comissão do mês.
Três destes quatro são decisão nossa, e a gente diz por quê. O quarto é o que o sistema ainda não sabe fazer.
De fábrica, "Quero ir" é um pedido, não uma compra: o link de pagamento sai depois, quando a equipe aceita. Carrinho e cartão na hora espantam quem tem 70 anos e está no celular do neto. Em cada viagem dá para ligar o sinal, e aí o lugar fica separado na hora. Mas é escolha de vocês, viagem por viagem.
Nome, WhatsApp, quantas pessoas e uma observação. Mais campos que isso e a pessoa desiste no meio, e aí você perde a venda para o telefone da concorrente.
"Sugerir lugar" propõe e mostra o motivo de cada escolha. Confirmar é de quem atende, que sabe o que a dona Neide falou no balcão e o sistema não tem como saber.
O sistema lê o arquivo de texto separado por vírgula, que o próprio Excel gera em "Salvar como". O arquivo do Excel direto, com as abas e as fórmulas, ainda não entra.
Cada ajudante cuida de uma parte da agência. A lista com todos eles está na página inicial.
Deixe o seu WhatsApp. A gente monta o desenho do seu veículo, põe a sua próxima viagem dentro e mostra na tela. Você testa 14 dias sem pagar nada.